ESTE BLOG É DEDICADO AO MEU FALECIDO PAI, O ENGENHEIRO CIVIL RUY TADEU DA MOTTA.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

34. ENGENHARIA AEROESPACIAL.

PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).

REFERÊNCIA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_aeroespacial


Engenharia aeroespacial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Foi proposta a fusão deste artigo ou se(c)ção com Engenharia aeronáutica (por favor crie o espaço de discussão sobre essa fusão e justifique o motivo aqui; não é necessário criar o espaço em ambas as páginas, crie-o somente uma vez. Perceba que para casos antigos é provável que já haja uma discussão acontecendo na página de discussão de um dos artigos. Cheque ambas (1,2) e não esqueça de levar toda a discussão quando levar o caso para a central.). 
Editor, considere adicionar mês e ano na marcação. Isso pode ser feito automaticamente, com{{Fusão|....|{{subst:DATA}}}}.
Um motor Pratt & Whitney F100 turbofanpara o F-15 Eagle e o F-16 Falcon a ser testado na Robins Air Force Base, Georgia, EUA. O túnel atrás do motor reduz o ruido e escoa os produtos da combustão.
A Engenharia Aeroespacial, com base em diversas áreas da física, como a termodinâmica, a mecânica dos fluidos , a mecânica clássica e outras, lida com o projeto, construção e aplicação de aeronáves, espaçonaves e satélites. De um modo análogo com a engenharia aeronáutica, este ramo é por vezes referido como engenharia astronáutica embora, técnicamente, este termo designa o engenheiro que lida apenas com veículos que transitam fora da Atmosfera terrestre.

Índice

  [esconder] 

[editar]Visão geral

Lançamento do foguete Soyuz TMA-9
Os voos modernos são dispendiosos tanto em produção como em manutenção pois são projetados para cumprirem as missões com o mínimo de falhas possível (quer seja transporte de pessoas, mercadorias, ou uma missão de teor espacial). Com este objectivo em mente, os veículos são sujeitos a condições severas, tais como: diferenças de pressão atmosférica e de temperatura, elevada carga aplicada nos pontos estruturais críticos em várias componentes, entre outros testes que têm em conta estes e outros aspectos. Estes veículos são produto de uma complexa síntese de várias tecnologiags e ciências, incluindo entre outras: a aerodinâmica, a ciência dos materiais, estruturas e aviónica. É ao conhecimento em si e ao processo que combina estes vários ramos da ciência que designamos de engenharia aeroespacial. Esta complexidade impede um único engenheiro aeroespacial de participar num projecto em todas as suas fases e em vez disso um projecto aeroespacial é levado a cabo por uma equipe de engenheiros aeroespaciais, cada qual com a sua especialização em determinado ramo.

[editar]História

A aeronave 14-bis de Santos Dummont
Foguete V-2 de Wernher von Braun, usado como arma pela Alemanha Nazista
A origem da atual engenharia aeroespacial remonta aos tempos dos pioneiros da aviação no início do século XX. O conhecimento que havia inicialmente era empírico e muitos conceitos eram "importados" de outros ramos da engenharia. Apesar disto, os pioneiros aeroespaciais tinham preparação teórica em dinâmica de fluidos um ramo essencial que já era conhecido no fim do século anterior. Uma década depois dos voos com sucesso do inventor brasileiroSantos Dummont e dos irmãos Wright (anos 20 do século XX), a engenharia aeronáutica teve um súbito crescimento devido ao desenvolvimento de aviões militares na Primeira Guerra Mundial. Mais tarde pesquisas que iriam constituir uma base científica fundamental continuaram, numa combinação de física teórica e experiências práticas. Vendo a possibilidade de usar foguetes de longo alcance (rockets) como suporte de artilharia, a Wermacht alemã criou a ABMA, uma equipe de investigação científica com Hermann Oberth na liderança. Foram desenvolvidas armas de longo alcance usadas na Segunda Guerra Mundial pela Alemanha Nazi como a A-séries de foguetes e mais tarde a infame V-2 Rocket (inicialmente designada de A4).
Durante a Guerra Fria os EUA e a União Soviética competiram a nível espacial, conhecida como corrida espacial, e claramente foi a época que o ramo mais se desenvolveu até os dias de hoje, não só pelos investimentos exorbitantes em função da guerra, mas por conta dos notáveis engenheiros, Sergei Korolev (União Soviética) e Wernher von Braun (EUA), que chefiaram os programas espaciais de seus respectivos países. Pode-se listar alguns projetos notáveis deste período: Sputnik (URSS), Vostok (URSS), Soyuz (URSS),Atlas/Redstone/Mercury/Gemini (EUA), Saturno V/Apollo (EUA), Buran (URSS) e o Ônibus Espacial (EUA).

[editar]O Espaço no Brasil

Centro de controle do CLA
No Brasil, a engenharia aeroespacial vem se desenvolvendo desde a década de 60 quando o então presidente da república Jânio Quadros criou a Comissão Nacional de Atividades Espaciais (Cnae). A partir daí as diversas atividades relacionadas foram desenvolvidas principalmente em orgãos governamentais e militares, como: a Agência Espacial Brasileira (AEB) (MCTI), o Intituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) (FAB), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (MCTI), o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) (FAB) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv) (FAB). Além disso, o Brasil possui dois grandes centros de lançamento: O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)e o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
As atividades de Engenharia Aeroespacial em universidades brasileiras é uma inciativa recente, e vem ganhando proporções significativas.
No ano de 2003 em um acordo entre Brasil e Ucrânia, foi criada a empresa Binacional Alcântara Cyclone Space, que tem como principal objetivo a venda de lançamentos do foguete Cyclone-4, projetado pela renomada empresa estatal ucraniana Yuzhnoye, noCentro de Lançamento de Alcântara (CLA). O primeiro lançamento esta previsto para o ano de 2013.

[editar]Elementos

Simulação computacional do voo doÔnibus espacial
Simulação CFD do veículo X-43A (Hyper - X) em Mach 7
As áreas do conhecimento mais relevantes na engenharia aeroespacial, são:
A base da maioria destes assuntos esta na matemática teórica, como na mecânica dos fluidos ou na termodinâmica. Porém, também existe uma grande parte do estudo que é empírica, que históricamente advem de testes e experimentos em modelos de engenharia e outros protótipos. O advento da computação científica e da computação gráfica foi um grande passo para a engenharia aeroespacial, já que ambas se tornaram ferramentas de projeto e simulação altamente versáteis e eficiêntes.
As principais ferramentas computacionais utilizadas são: o Desenho assistido por computador (DAC) (Para desenho), o Método dos elementos finitos (Método para simulação de Fluidodinâmica, Eletromagnetismo e Estruturas) e a Engenharia assistida por computador (CAE) (Ferramenta que une o projeto gráfico e simulações preeliminares).

[editar]O profissional

O Módulo Lunar da missão Apollo 11 em órbita.
Engenheiros aeroespaciais projetam, desenvolvem, testam aeronaves e espaço-naves e supervisionam a produção destes. Aqueles que trabalham com aeronaves designam-se engenheiros aeronáuticos, enquanto que os que trabalham especificamente com espaço-naves ou com objetos relacionados com o espaço designam-se de engenheiros astronáuticos. Engenheiros aeroespaciais desenvolvem também novas tecnologias para uso na aviação, em sistemas defensivos e na exploração espacial, muitas vezes especializando-se em áreas como design estrutural, orientação (guidance), navegação e controle, instrumentação, métodos de produção e comunicação. Podem também especializar-se num tipo de produtos aeroespaciais específico, como aviões comerciais, caças militares, helicópteros, espaço-naves, satélites ou mísseis e foguetes.

[editar]Educação

[editar]No Brasil

No Brasil, existem poucas universidades que ministram esse curso, são elas: UFABC, ITA, UFMG, UFU, UnB e a USP. A UFABCcom uma base de ensino interdisplinar inovadora foi a primeira universidade a oferecer o curso no Brasil, tendo a formação de sua primeira turma para o ano de 2011. O ITA, em particular, distingue o curso de Engenharia Aeroespacial do de Engenharia Aeronáutica sendo o primeiro deles voltado somente ao projeto de artefatos espaciais; cogita-se a ideia de mudar o nome do curso de Engenharia Aeroespacial do ITA para Engenharia Astronáutica. A UnB além do recém criado curso de graduação também oferece um programa de pós-graduação que tem convenios com universidades ucranianas e com a empresa Alcantara-Cyclone Space. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE possuí um programa de pós graduação dedicado as Engenharias e Tecnologias Aeroespaciais.

[editar]Em Portugal

Em Portugal, este curso é apenas ministrado no Instituto Superior Técnico como Mestrado Integrado. O numerus clausus do MEA noInstituto Superior Técnico foi incrementado de 35 para 80 ao longo dos últimos anos, mantendo uma elevada média de entrada, na ordem dos 85%[1], e garantindo emprego à totalidade dos recém licenciados, dado que a procura de engenheiros aeroespaciais excede a oferta.[2]

Referências

Van Every, Kermit E. Encyclopedia Americana, Volume 1, Grolier Incorporated, 1986.
Stanzione, Kaydon Al. Encyclopædia Britannica, Volume 18, 15ª Edição, Chicago, 1987.
http://www.princetonreview.com/cte/profiles/dayInLife.asp?careerID=5 http://open-site.org/Science/Engineering/Aerospace/
http://www.bls.gov/oco/ocos027.htm

[editar]Ver também

PortalA Wikipédia possui o
Portal de engenharia

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
WikcionárioDefinições no Wikcionário
WikiquoteCitações no Wikiquote
CommonsCategoria no Commons
WikiversidadeCursos na Wikiversidade

33. ITA (INSTITUTO TECNOLÓGICO DA AERONÁUTICA) - ENGENHARIA AEROESPACIAL.

PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).

REFERÊNCIA:
http://www.aesp.ita.br/site/


ITA - Engenharia Aeroespacial
Alunos do ITA são premiados em competição mundial de foguetesPDFImprimirE-mail
Dom, 05 de Agosto de 2012 13:47
Alunos do ITA conquistam prêmio de 3º lugar na categoria básica da competição mundial de foguetes 7th IREC, disputada entre equipes de países como Canadá e EUA.
bolacha2
Última atualização em Dom, 05 de Agosto de 2012 14:27
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Alunos do ITA participam de projeto de foguete em uma universidade americanaPDFImprimirE-mail
Sáb, 28 de Janeiro de 2012 22:35
Alunos do ITA viajaram para a Universidade de Purdue, EUA, para aprender sobre tecnologias críticas para o desenvolvimento de foguetes à propulsão líquida. Veja a reportagem abaixo, obtida do site Poder Aéreo.
Última atualização em Dom, 05 de Agosto de 2012 14:32
Leia mais...

2º Workshop de Engenharia Aeroespacial do ITAPDFImprimirE-mail
Qua, 03 de Agosto de 2011 13:03
Caros internautas,

Nos dias 8 e 10 de agosto, será realizado no campus do ITA o II Workshop de Engenharia Aeroespacial do ITA. Nos dois dias, o evento se iniciará às 14h (com previsão de encerramento para às 19h). Neste ano, haverá a participação das principais empresas do setor, juntamente com a presença do presidente da AEB, Dr. Marco Antônio Raupp. Além disso, os institutos de pesquisa do DCTA e o INPE estarão presentes! Esta é uma oportunidade ímpar para aqueles que se interessam ou já se interessaram pelo setor.

Segue abaixo a listagem de algumas empresas e institutos presentes:
Última atualização em Sáb, 06 de Agosto de 2011 18:34
Leia mais...
Rocket DesignPDFImprimirE-mail
Qui, 20 de Outubro de 2011 21:22
O termo “Rocket Design” traduzindo para o português significa “Projeto de Foguete”. Esse nome é bastante conveniente dada a intenção original do projeto universitário aqui exposto: projetar e construir um foguete de sondagem para participar de uma das principais competições universitárias mundiais de foguete.
Última atualização em Qui, 20 de Outubro de 2011 22:31
Leia mais...

2011PDFImprimirE-mail
Qui, 03 de Março de 2011 00:53
Caros internautas,
Agora em 2011, o site terá atualizações mais frequentes. Para tanto, contamos com as sugestões de vocês para que o site esteja, em breve, condizente com a missão dele de expor e esclarecer os principais tópicos que dizem respeito ao mais novo curso de Engenharia do ITA, a Eng. Aeroespacial.
Bom proveito e bem-vindos,
Equipe da Engenharia Aeroespacial
Obs.: Veja dica de livros, filmes e notícias em Leia Mais...
Última atualização em Ter, 19 de Julho de 2011 01:11
Leia mais...
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

32. ENGENHARIA DE ALIMENTOS.

PESQUISADO E POSTADO,  PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).

REFERÊNCIA:
http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2012/06/guia-de-carreiras-engenharia-de-alimentos.html



19/06/2012 06h30 - Atualizado em 19/06/2012 06h30


Guia de carreiras: 



engenharia de 

                          


alimentos


Curso tem formação generalista, mas indústria pede especialização.
Mercado de trabalho está em expansão, segundo entidade da área.

Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo
Comente agora
Um dos cursos mais recentes de engenharia no Brasil, a engenharia de alimentos ainda está "engatinhando" no país, segundo Gumercindo Ferreira da Silva, presidente da Associação Brasileira de Engenheiros de Alimentos (Abea). Os próximos dez anos, diz ele, devem ser de aumento da demanda por profissionais capacitados em todos os passos da cadeia de produção de alimentos, desde a elaboração de fórmulas até o armazenamento, passando pela fabricação e o transporte dos produtos. "Se pensarmos em qualquer produto alimentício no supermercado, ali tem engenharia de alimentos do início ao final", afirmou Silva.
Assista ao vídeo acima sobre a carreira.
Por isso, segundo ele, a formação superior na carreira é generalista. Criado a partir do fim da década de 1960, o curso de engenharia de alimentos já é oferecido por 60 instituições e, de acordo com a Abea, continua abrindo mais vagas. Na graduação, o estudante precisa lidar principalmente com as matérias de física e matemática na engenharia, mas também com elementos da química.
Guia de carreiras engenharia de alimentos (vale este) (Foto: Editoria de arte/G1)
Os engenheiros de alimentos aprendem, na faculdade, conhecimentos como a escolha da matéria-prima o desenvolvimento da formulação ideal do processamento, conceitos térmicos e de troca de calor, o uso dos equipamentos necessários e o transporte e armazenamento de todos os tipos de produtos alimentícios.
"A conservação do alimento é uma atividade extremamente importante, porque ela faz com que ele dure o prazo de validade que a indústria determina", afirmou.
Além dos cuidados com as substâncias adicionadas aos alimentos, como os corantes, a pesquisa e desenvolvimento são responsáveis pela constante melhoria dos processos industriais, e representam uma das diversas opções de trabalho que um engenheiro de alimentos encontra no setor.
Mercado de trabalho
De acordo com Silva, a maioria dos engenheiros de alimentos foca sua atuação na indústria, mas é cada vez maior a procura por profissionais desse setor nas áreas comerciais, como redes de fastfood, e em empresas de consultoria e faculdades. Ele também cita a opção do empreendedorismo.
"Você começa seu próprio negócio, fazendo um produto bem artesanal e caseiro, e depois pode evoluir para a parte industrial, construir uma empresa grande. A gente tem os exemplos das microcervejarias, que são uma produção artesanal e podem chegar à comercialização em nível nacional", afirmou Silva
Marcelo Cozac, de 39 anos, é um exemplo de engenheiro de alimentos que acabou virando empresário. Ele se formou em engenharia de alimentos pela Instituto Mauá de Engenharia, na Grande São Paulo, em 1996. Ele afirmou que optou pela carreira porque ela era uma das mais recentes, e disse que, naquela época, a demanda do mercado era muito menor do que hoje.
Guia de carreiras engenharia de alimentos gumercindo ferreira da silva, marcelo cozac (Foto: Ana Carolina Moreno/G1/Reprodução)Em sentido horário: Gumercindo da Silva, presidente da Abea; injeção de nitrogênio em garrafas de vinho; análise de peso e lacre de envases; Marcelo Cozac, da McPack (Foto: Ana Carolina Moreno/G1/Reprodução)
O engenheiro conseguiu estágio em uma cervejaria e atuou no setor durante cerca de dez anos, até que teve a oportunidade de criar seu próprio negócio, uma empresa que importa, vende e cuida da manutenção de máquinas dos Estados Unidos, Espanha e Alemanha, usadas em indústrias de engarrafamento e empacotamento, entre elas as de bebidas e alimentos. "A gente procura as novidades na tecnologia, que podem trazer ganhos de produtividade, economia nos processos, de embalagem, buscando sempre garantia de qualidade."
Sustentabilidade
Durante uma feira de tecnologia do setor, Cozac expôs um dos equipamentos que começou a vender há dez anos e já está presente em cerca de 200 indústrias. "A máquina injeta nitrogênio líquido na bebida, que tem dois efeitos: primeiro, ele reduz o nível de oxigênio para que o produto dure mais, depois, ele pressuriza a embalagem", explicou o engenheiro.
A pressão permite que bebidas não gaseificadas possam ser transportadas em latas de alumínio e em embalagens como garrafas plásticas mais leves. "Consigo transportar e armazenar uma garrafa com menos plástico. Isso, ecologicamente, é muito produtivo, econômico, gasta menos material plástico, e é um processo de muito sucesso. Temos vários processos com água e garrafa de vinagre, ela pesava 24 gramas, hoje ela pesa 17 gramas, são 7 gramas a menos de plástico na natureza."
Salário e carreira
O presidente da Abea explica que o profissional recém-formado em engenharia de alimentos chega ao mercado recebendo o piso salarial de cinco salários mínimos, e que diretores e presidentes de grandes empresas podem chegar a receber salários de mais de R$ 45 mil.
Apesar da formação generalista, a carreira do engenheiro exige que ele se especialize em uma área específica e, com o tempo, vá aprofundando e atualizando seus conhecimentos nela. "Quando entra em um segmento, ele se especializa no assunto e vira expert naquilo", diz.
Para Silva, "os estudantes têm um desafio muito grande no mercado, essa é uma área considerada pouco explorada no Brasil, um mercado muito grande que dia a dia está abrindo novas frente de trabalho".

A demanda por profissionais caminha lado a lado com o aumento das exigências dos processos de qualidade. Como lidam com produtos perecíveis, os engenheiros de alimentos devem seguir orientações rigosas do governo brasileiro.
Os alimentos e produtos usados, de acordo com Silva, são controlados por três ministérios diferentes: o Ministério da Saúde cuida da autorização da alimentos de origem natural, como frutas, sementes e verduras e o Ministério da Agricultura é responsável pelos produtos de origem animal, como as carnes e o leite. Já o Ministério de Minas e Energia trata dos líquidos comercializados pela indústria, entre eles o refrigerante e a água.

31. ENGENHARIA AMBIENTAL.

PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).

REFERÊNCIA:
http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2012/05/guia-de-carreiras-engenharia-ambiental.html


08/05/2012 07h00 - Atualizado em 08/05/2012 08h49

Guia de carreiras: 



engenharia ambiental


Mercado dos engenheiros ambientais está entre os mais promissores.
Carreira exige paixão pelas causas ecológicas e habilidades com exatas.

Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
Comente agora
Até a mais humanizada das engenharias, a ambiental, que muitas vezes inclui sanitária na denominação, exige um candidato bom de cálculos. Apesar da carreira estar focada nos problemas e soluções ambientais, para se dar bem no curso de graduação é necessário encarar uma carga pesada de ciências exatas.
Assista, ao lado, vídeo sobre a carreira.
Quem se forma, tem a contrapartida.Pesquisas apontam que a profissão é uma das mais promissoras do futuro e a crescente onda da preocupação ecológica cria novos nichos de mercado e oferta de vagas. "A  divulgação dos problemas ambientais tem contribuído muito para que haja maior procura pelo profissional", diz o professor do Centro Universitário Senac, Rubens Koloski Chagas.
engenharia ambiental (Foto: Arte/G1)
O engenheiro ambiental é habilitado a propor soluções socialmente justas e ecologicamente corretas para os problemas ambientais como poluição dos rios, do ar, descarte do lixo, aquecimento global, entre outros. Pode ser contratado pela iniciativa privada, órgãos públicos e terceiro setor. Para isso, a questão ecológica tem de estar no sangue, segundo o professor Chagas. "Tem de se preocupar com a causa, mas de uma forma bem prática e aplicada. Tem de ter facilidade para comunicação e também para desenvolvimento de projetos."
De acordo com o professor, hoje a maior demanda do mercado é no setor industrial, seguido por serviços. O mercado para consultoria também está aquecido, segundo ele, que garante que nem mesmo os profissionais recém-formados têm dificuldade de conseguir emprego. "Os órgãos têm se preocupado com a sustentabilidade de seus processos e o profissional indicado para atuar nessas situações é o engenheiro ambiental", afirma Chagas.
Outra característica bem-vinda é ter espírito aventureiro. Para desenvolver os projetos de soluções é fundamental que o profissional conheça os problemas na prática. "Uma pitada de aventura é necessária para ir a campo, sair e desbravar os problemas. Mas grande parte do trabalho é elaborado no escritório. Também é necessário ficar horas em frente ao computador para desenvolver projetos e aplicar o conhecimento técnico e conceitual adquirido ao longo do curso."
Apesar de algumas vezes ter a atuação confundida com a do engenheiro florestal, o professor explica que as propostas são diferentes já que este atua com técnicas de manejo florestal, enquanto o engenheiro ambiental trabalha com sistemas urbanos e manejo da poluição hídrica, resíduos sólidos, entre outros.
'Não existe engenharia fácil'
Marcella Moretti Ferreira, de 22 anos, está no 4º ano de engenharia ambiental, e trabalha com pesquisa científica sobre tratamento biológico de esgoto. A jovem conta que há muito espaço no ramo da pesquisa, porém também não difícil encontrar vagas em outros ramos. Para quem pretende ingressar na área, a dica é se dedicar à graduação. "Não existe um curso de engenharia que seja fácil. As pessoas costumam achar que ambiental é mais tranquilo, mas não. Tem a base de cálculo, química, física, estatística, mas envolve também biologia, ecologia, estudo de solo, entre outros. Trabalha o aspecto social dentro da engenharia."
Segundo Marcela, o preconceito contra as mulheres dentro da engenharia ficou no passado. "A mulher está totalmente dentro do mercado, na minha sala só tem mulheres e acho que não existe mais preconceito."